quinta-feira, 27 de novembro de 2008

Homem mais Rico do Mundo


Warren E. Buffett nasceu no Nebraska, E.U.A. Seu pai, Howard Buffett, foi um corretor da bolsa e membro do Congresso dos Estados Unidos da América. Warren Buffett tem duas irmãs, Doris e Bertie. Seu avô era dono de uma loja de produtos alimentares em Omaha.
Estudou na Universidade do Nebraska, e fez um mestrado em economia na Escola de Negócios de Columbia, sendo aluno de Benjamin Grahan.
Trabalhou com Graham, onde seguiu as regras de investimento de seu mestre. Voltou a Omaha em 1956 sem nenhum plano em mente, até que alguém lhe pediu que cuidasse de seus investimentos. Assim foi como Warren Buffett começou.
Em 1969 tinha lucros anuais de cerca de 30%. Mais tarde desenvolveu todas as suas sociedades e adquiriu uma firma têxtil, a Berkshire Hathaway.
Casou com Susan Thompson, em 1952, separando-se em 1977, mas o casamento não foi oficialmente desfeito. A senhora Buffett morreu em 29 de julho de 2004. Com ela teve três filhos.
Buffett opõe-se ao princípio de transferir grandes fortunas de uma geração a outra.

Sua fortuna é estimada em 62 bilhões de dólares, o que lhe garante o título de pessoa mais rica do mundo no ranking de 2008 da Forbes, Warren Buffett superou Bill Gates, que permaneceu com o título de homem mais rico do mundo durante 13 anos. Apesar de sua imensa fortuna, Buffet é famoso por levar uma vida frugal e despretensiosa, pois continua vivendo na mesma casa, no bairro de Dundee em Omaha, comprada em 1958 por 31.500 dólares. Além desta, tem uma mansão em Laguna Beach, Califórnia.
Sobre o destino de sua fortuna, Buffett costumava dizer que deixaria para os filhos apenas o suficiente para que eles fizessem o que quisessem – e não demais, senão eles não fariam coisa alguma. O resto doaria para a caridade. Foi o que fez.
Em junho de 2006, se comprometeu em doar sua fortuna para a caridade , sendo que 85% foram destinados para a Fundação Bill e Melinda Gates, fato que ganhou fama como o maior ato de caridade da história.
fonte: Wikipedia
posted by: Diego Vieira

Solução para meia-entrada seria carteira nacional única, diz UNE

BRASÍLIA - Na avaliação da União Nacional dos Estudantes (UNE), o grande problema da meia-entrada para estudantes em eventos culturais, no Brasil, é o grande número de carteiras falsificadas, e não o usufruto do direito a pagar metade do valor da entrada pelos estudantes.

“A UNE tem dito, a forma de resolver o problema da meia-entrada no país é aprovando e fazendo com que tenha uma carteira única, padronizada em nível nacional, distribuída para os estudantes brasileiros -, afirmou ontem (26) a presidente da UNE, Lúcia Stumpf.

Ela reiterou que a instituição é contrária ao projeto aprovado esta semana, que estabelece cotas para a meia-entrada de estudantes. “É um direito conquistado já há mais de quatro décadas no país que precisa ser usufruído de forma plena pela juventude”, disse.

De acordo com a presidente da UNE, o projeto atende somente aos interesses econômicos do setor artístico e cultural, “que é bom lembrar, já é o setor privado mais beneficiados por leis de incentivo e de fomento via benefícios estatais”.

Lúcia Stumpf informou que a UNE vai lutar para que o projeto tenha que ser apreciado pelo Plenário da Câmara. Ele foi votado com caráter terminativo na Comissão de Educação, o que dispensaria uma nova votação, incluindo todos os deputados. No Planário, os estudantes esperam conseguir votos suficientes para barrar o projeto de lei.

Fonte: Agência Brasil - NR
Posted by: Caio Marcelo

terça-feira, 25 de novembro de 2008

Google na crise

Google vai dispensar empregados terceirizados, diz jornal

Empresa diz não ter planos de demitir funcionários contratados. Plano de reduzir terceirizados já existia antes de fase aguda da crise.

O gigante da internet Google disse que está reduzindo "significativamente" o número de trabalhadores terceirizados, mas não tem planos até o momento de demitir funcionários, informou o “Wall Street Journal”. "Estamos pensando há algum tempo, antes da fase mais aguda da crise econômica, em reduzir significativamente o número de terceirizados", disse a porta-voz da empresa, Jane Penner, ao jornal.

O Google se recusou a especificar quantos trabalhadores terceirizados serão cortados, e Penner também não informou o ritmo em que a companhia irá dispensar esses colaboradores, segundo o jornal. A companhia terminou o terceiro trimestre com 20.123 empregados e cerca de 10 mil trabalhadores terceirizados, de acordo com o periódico.

O Google não pode ser imediatamente contatado pela Reuters para comentar.

Post by Angeline Lima
Fonte: G1

Projeto Energia do Futuro



A Apremavi, representada por seu Presidente Edegold Schäffer e Secretária Executiva Mª Luiza Schmitt Francisco, participou nos dias 03 e 04 de abril de uma oficina promovida pelas Centrais Elétricas de Santa Catarina - CELESC, em Rio do Sul. A oficina teve como objetivo, capacitar multiplicadores para implantação do Projeto Energia do Futuro, que consiste na instalação de aquecedores solares em comunidades, escolas e instituições sociais.
Para demonstrar na prática como pode ser produzido este aquecedor solar, o comerciante de Tubarão José Alcino Alano juntou as características: degradação, benefícios e economia em um invento simples, mas revolucionário: um sistema de aquecimento solar de água feito com garrafas pet, e caixas Tetra Pack.
O esquema é o mesmo dos aquecedores solares produzidos industrialmente, conhecido tecnicamente de sistema termo-sifão. A diferença está justamente no material utilizado. As garrafas, as caixas de leite e alguns metros de canos de PVC são utilizados e servem para aquecer a água.
A iniciativa do Sr. Alano é muito louvável, porque o trabalho dele é totalmente voluntário e ele tem como único objetivo o de fazer multiplicadores dessas ações e com isso melhorar a qualidade de vida da população.
A CELESC pretende distribuir esta tecnologia por meio do programa Responsabilidade Social e assim desenvolver projetos com intuito de viabilizar política comprometida com os aspectos sociais, econômicos e ambientais.
A equipe da Apremavi já está discutindo a possibilidade da aplicação deste modelo de energia com produtos recicláveis dentro dos projetos da instituição, por entender que este tipo de artefato é extremamente importante por dois motivos: retirar da natureza materiais altamente degradadores do nosso meio ambiente e estimular a produção de energias limpas e renováveis.

Posted by: Caio Marcelo

carro voador


Quem mora em cidade grande e não fica estressado com engarrafamentos nem precisa continuar a ler. Você continuou, né? Sabia... Relaxe, a solução para aquele trânsito enlouquecedor tem nome: SKYCAR. O nome completo da novidade 1/2aero1/2auto é Moller M400 Skycar, um carro de quatro lugares que em segundos ganha asas e pode voar a cerca de 600 quilômetros por hora. O veículo foi criado para ser mais simples que um helicóptero e consumir menos combustível que um Land Rover ou um Porsche. O desenvolvimento do Skycar, na Califórnia, custou o equivalente a R$ 480 milhões. A linha de produção deve liberar o primeiro veículo para venda em 2012. E ele vai custar bem caro: R$ 2,4 milhões


posted by: Diego Vieira

segunda-feira, 24 de novembro de 2008

E se Obama fosse africano?

Os africanos rejubilaram com a vitória de Obama. Eu fui um deles. Depois de uma noite em claro, na irrealidade da penumbra da madrugada, as lágrimas corriam-me quando ele pronunciou o discurso de vencedor. Nesse momento, eu era também um vencedor. A mesma felicidade me atravessara quando Nelson Mandela foi libertado e o novo estadista sul-africano consolidava um caminho de dignificação de África.Na noite de 5 de Novembro, o novo presidente norte-americano não era apenas um homem que falava. Era a sufocada voz da esperança que se reerguia, liberta, dentro de nós. Meu coração tinha votado, mesmo sem permissão: habituado a pedir pouco, eu festejava uma vitória sem dimensões. Ao sair à rua, a minha cidade se havia deslocado para Chicago, negros e brancos respirando comungando de uma mesma surpresa feliz. Porque a vitória de Obama não foi a de uma raça sobre outra: sem a participação massiva dos americanos de todas as raças (incluindo a da maioria branca) os Estados Unidos da América não nos entregariam motivo para festejarmos.Nos dias seguintes, fui colhendo as reacções eufóricas dos mais diversos recantos do nosso continente. Pessoas anónimas, cidadãos comuns querem testemunhar a sua felicidade. Ao mesmo tempo fui tomando nota, com algumas reservas, das mensagens solidárias de dirigentes africanos. Quase todos chamavam Obama de "nosso irmão". E pensei: estarão todos esses dirigentes sendo sinceros? Será Barack Obama familiar de tanta gente politicamente tão diversa? Tenho dúvidas. Na pressa de ver preconceitos somente nos outros, não somos capazes de ver os nossos próprios racismos e xenofobias. Na pressa de condenar o Ocidente, esquecemo-nos de aceitar as lições que nos chegam desse outro lado do mundo.Foi então que me chegou às mãos um texto de um escritor camaronês, Patrice Nganang, intitulado: "E se Obama fosse camaronês?". As questões que o meu colega dos Camarões levantava sugeriram-me perguntas diversas, formuladas agora em redor da seguinte hipótese: e se Obama fosse africano e concorresse à presidência num país africano? São estas perguntas que gostaria de explorar neste texto.E se Obama fosse africano e candidato a uma presidência africana?1. Se Obama fosse africano, um seu concorrente (um qualquer George Bush das Áfricas) inventaria mudanças na Constituição para prolongar o seu mandato para além do previsto. E o nosso Obama teria que esperar mais uns anos para voltar a candidatar-se. A espera poderia ser longa, se tomarmos em conta a permanência de um mesmo presidente no poder em África. Uns 41 anos no Gabão, 39 na Líbia, 28 no Zimbabwe, 28 na Guiné Equatorial, 28 em Angola, 27 no Egipto, 26 nos Camarões. E por aí fora, perfazendo uma quinzena de presidentes que governam há mais de 20 anos consecutivos no continente. Mugabe terá 90 anos quando terminar o mandato para o qual se impôs acima do veredicto popular.2. Se Obama fosse africano, o mais provável era que, sendo um candidato do partido da oposição, não teria espaço para fazer campanha. Far-Ihe-iam como, por exemplo, no Zimbabwe ou nos Camarões: seria agredido fisicamente, seria preso consecutivamente, ser-Ihe-ia retirado o passaporte. Os Bushs de África não toleram opositores, não toleram a democracia.3. Se Obama fosse africano, não seria sequer elegível em grande parte dos países porque as elites no poder inventaram leis restritivas que fecham as portas da presidência a filhos de estrangeiros e a descendentes de imigrantes. O nacionalista zambiano Kenneth Kaunda está sendo questionado, no seu próprio país, como filho de malawianos. Convenientemente "descobriram" que o homem que conduziu a Zâmbia à independência e governou por mais de 25 anos era, afinal, filho de malawianos e durante todo esse tempo tinha governado 'ilegalmente". Preso por alegadas intenções golpistas, o nosso Kenneth Kaunda (que dá nome a uma das mais nobres avenidas de Maputo) será interdito de fazer política e assim, o regime vigente, se verá livre de um opositor.4. Sejamos claros: Obama é negro nos Estados Unidos. Em África ele é mulato. Se Obama fosse africano, veria a sua raça atirada contra o seu próprio rosto. Não que a cor da pele fosse importante para os povos que esperam ver nos seus líderes competência e trabalho sério. Mas as elites predadoras fariam campanha contra alguém que designariam por um "não autêntico africano". O mesmo irmão negro que hoje é saudado como novo Presidente americano seria vilipendiado em casa como sendo representante dos "outros", dos de outra raça, de outra bandeira (ou de nenhuma bandeira?).5. Se fosse africano, o nosso "irmão" teria que dar muita explicação aos moralistas de serviço quando pensasse em incluir no discurso de agradecimento o apoio que recebeu dos homossexuais. Pecado mortal para os advogados da chamada "pureza africana". Para estes moralistas? Tantas vezes no poder, tantas vezes com poder - a homossexualidade é um inaceitável vício mortal que é exterior a África e aos africanos.6. Se ganhasse as eleições, Obama teria provavelmente que sentar-se à mesa de negociações e partilhar o poder com o derrotado, num processo negocial degradante que mostra que, em certos países africanos, o perdedor pode negociar aquilo que parece sagrado - a vontade do povo expressa nos votos. Nesta altura, estaria Barack Obama sentado numa mesa com um qualquer Bush em infinitas rondas negociais com mediadores africanos que nos ensinam que nos devemos contentar com as migalhas dos processos eleitorais que não correm a favor dos ditadores.Inconclusivas conclusõesFique claro: existem excepções neste quadro generalista. Sabemos todos de que excepções estamos falando e nós mesmos moçambicanos, fomos capazes de construir uma dessas condições à parte.Fique igualmente claro: todos estes entraves a um Obama africano não seriam impostos pelo povo, mas pelos donos do poder, por elites que fazem da governação fonte de enriquecimento sem escrúpulos.A verdade é que Obama não é africano. A verdade é que os africanos - as pessoas simples e os trabalhadores anónimos - festejaram com toda a alma a vitória americana de Obama. Mas não creio que os ditadores e corruptos de África tenham o direito de se fazerem convidados para esta festa.Porque a alegria que milhões de africanos experimentaram no dia 5 de Novembro nascia de eles investirem em Obama exactamente o oposto daquilo que conheciam da sua experiência com os seus próprios dirigentes. Por muito que nos custe admitir, apenas uma minoria de estados africanos conhecem ou conheceram dirigentes preocupados com o bem público.No mesmo dia em que Obama confirmava a condição de vencedor, os noticiários internacionais abarrotavam de notícias terríveis sobre África. No mesmo dia da vitória da maioria norte-americana, África continuava sendo derrotada por guerras, má gestão, ambição desmesurada de políticos gananciosos. Depois de terem morto a democracia, esses políticos estão matando a própria política. Resta a guerra, em alguns casos. Outros, a desistência e o cinismo.Só há um modo verdadeiro de celebrar Obama nos países africanos: é lutar para que mais bandeiras de esperança possam nascer aqui, no nosso continente. É lutar para que Obamas africanos possam também vencer. E nós, africanos de todas as etnias e raças, vencermos com esses Obamas e celebrarmos em nossa casa aquilo que agora festejamos em casa alheia.
Por: Mia Couto

Posted by: Caio Marcelo

domingo, 23 de novembro de 2008

biografia de Bill Gates

Nascido em uma família de posses — o pai,William H. Gates, era advogado de grandes empresas, e a mãe, Mary Maxwell Gates,era professora da universidade de Washington e pertenceu tambem à diretoria de vários bancos — Gates e as suas duas irmas, Kristanne, a mais velha e, Libby, a mais nova, frequentaram as melhores escolas particulares de Seattle, sua cidade natal, e Bill também participou do Movimento Escoteiro ainda quando jovem. Bill Gates, que é canhoto[2], foi admitido na prestigiosa Universidade Harvard, (conseguindo 1590 SATs dos 1600 possíveis [3]) mas abandonou o curso de Matemática e Direito no 3° ano, para dedicar-se à Microsoft.
Com 17 anos, desenvolveu junto com Paul Allen um software para leitura de fitas magnéticas, com informações de tráfego de veículos, em um chip Intel 8008. Com esse produto, Gates e Allen criaram uma empresa, a Traf-o-Data, porém os clientes desistiram do negócio quando descobriram a idade dos donos[4].
Gates fez o SAT (teste de admissão nas universidades americanas) e obteve 1590 pontos dentre 1600 possíveis. Com isso, ele entrou em Harvard aos 18 anos, mas abandonou os estudos dois anos depois para se dedicar a uma pequena empresa que ele abrira com Paul Allen: a Micro-Soft
Enquanto estudavam em Harvard, os jovens desenvolveram um interpretador da linguagem BASIC para um dos primeiros computadores pessoais a serem lançado nos Estados Unidos - o Altair 8800. Após um modesto sucesso na comercialização deste produto, Gates e Allen fundaram a Microsoft, uma das primeiras empresas no mundo focadas exclusivamente no mercado de programas para computadores pessoais ou PCs.
Gates adquiriu ao longo dos anos uma fama de visionário (apostou no mercado de software na época em que o hardware era considerado muito mais valioso) e de negociador agressivo, chegando muitas vezes a ser acusado por concorrentes da Microsoft de utilizar práticas comerciais desleais.
No ano de 1998, Gates promoveu Steve Ballmer, um amigo de longa data, ao posto de presidente da Microsoft e publicamente passou a ter uma participação menos ativa nos processos decisórios da empresa[5].
Em 2 de março de 2005, ele foi condecorado com o título de Comandante Cavaleiro do Império Britânico [6].
Bill Gates anunciou no dia 16 de junho de 2006, que vai deixar progressivamente o cargo de director da Microsoft até 2008 para poder se ocupar da fundação de caridade Bill & Melinda Gates Foundation.
No dia 27 de Junho de 2008, Bill Gates retirou-se definitivamente da Microsoft para se dedicar inteiramente aos seus projectos filantrópicos[7].
Mesmo tendo anunciado a sua aposentadoria da Microsoft, na prática Bill Gates continuará dedicando 20% do seu tempo (um dia por semana) para assuntos relativos à Microsoft. Ele continua a atuar como chairman da Microsoft e conselheiro no desenvolvimento de projetos-chave. Ele somente não estará nas decisões do dia-a-dia e dedicará mais tempo e energia ao seu trabalho relacionado à saúde e educação na Fundação Bill & Melinda Gates

posted by: Diego Vieira