Por Cezar Antonio Tegon
No Brasil, como em todo o mundo, a atividade realizada pela área de Recursos Humanos vem se transformando a cada dia.
Atualmente, seu principal desafio é acompanhar a evolução na forma como se administram as empresas em uma economia globalizada num mundo ligado pela tecnologia da comunicação.
O modo como se faz Gestão de Recursos Humanos no Brasil está sendo modificado de maneira brusca. Se até bem pouco tempo atrás o foco dos administradores do Departamento de Recursos Humanos estava em realizar atividades burocráticas e de controle, atualmente, a forma como se gerem as Pessoas passou a ser um diferencial estratégico independentemente do porte ou nacionalidade da empresa.
Deste modo o foco do Departamento de RH amplia-se. Além de continuar respondendo por questões de cunho operacional, passa também a ser responsável direto por ajudar a empresa a atrair, reter e desenvolver as pessoas que compõem o seu negócio.
Em muitas empresas brasileiras estas preocupações começam a fazer parte de seu dia a dia, porém, muitas das práticas empregadas no Departamento de RH atendem as necessidades de âmbito operacional. Necessidades que podem ser melhor explicadas pelos acontecimentos históricos que marcaram a relação de trabalho no Brasil, e que, sem dúvida trazem reflexos até os dias de hoje.
A história dos Departamentos de RH no Brasil inicia-se junto a legislação trabalhista na década de 30, com o movimento sindical e a proteção aos trabalhadores que levaram às modificações significativas nas relações de trabalho no Brasil, surgindo naquele momento a proteção social aos trabalhadores.
Já nas décadas de 40 e 50 a intervenção governamental nas relações trabalhistas se acentuaram mostrando às empresas a necessidade de ampliação das funções do Departamento de RH. Todavia, como marco principal nas relações de trabalho, tivemos em 1943, a promulgação da Consolidação das Leis do Trabalho (a CLT, legislação reguladora do trabalho no Brasil). Esta legislação criou a Carteira Profissional, regulamentou horários de trabalho, definiu férias remuneradas, instituiu as Comissões Mistas nas Juntas de Conciliação, estabeleceu as condições de trabalho para menores, entre outras normas.
Nas décadas de 60 e 70, tivemos a promulgação de leis de Segurança no Trabalho, Saúde Ocupacional e Pensões.
Com a constante criação de leis reguladoras por parte do Estado, e a necessidade das empresas implementarem e administrarem estas leis, os Departamentos de RH se tornaram cada vez mais valorizados e informatizados dentro das empresas.
Portanto, quando observamos as atividades que são desenvolvidas pelo Departamento de RH, seja para dar resposta as questões de formulação de políticas de gestão ou para realizar a integração de processos, sistemas e pessoas ao negócio da empresa ou ainda para realizar as atividades de cunho legal e burocrático, verifica-se a necessidade premente do uso intensivo de tecnologia.
No entanto, para a realização de atividades de cunho legal e burocrático do Departamento de RH é comum o desenvolvimento de sistemas de abrangência puramente departamental, e não é raro percebê-los como fragmentos quando se observa a Gestão de Pessoas como um todo. Por outro lado, para dar respostas estratégicas de Gestão de Pessoas o Departamento de RH necessita de soluções ( processos e sistemas ) corporativos que sejam sincronizados e integrados.
Pensar na empresa hoje e no futuro, significa entender que obter excelência empresarial deve ser um trabalho realizado com e através das Pessoas. Ou seja, significa realizar a gestão com a participação efetiva dos Gestores de Área, do Departamento de RH e dos Colaboradores.
A globalização é uma realidade, por isso temos empresas de todos os tamanhos presentes em praticamente todas as nações do mundo realizando suas operações. E o intensivo uso de tecnologias nas mais diversas atividades das empresas são uma necessidade, que são supridas através de softwares diversos, planilhas de cálculo, bancos de dados, sistemas de work-flow e correio eletrônico, e a tendência é que fiquem cada vez mais complexos e integrados, cada vez mais amigáveis e flexíveis.
É a época dos sistemas em ambiente cliente-servidor flexíveis, integráveis e íntegros; das intranets; da integração e interligação dos mais diversos sistemas ( ERPs e Best-inbreeds ), em fim, da comunicação aproximando extremos.
Dentro deste contexto surgem algumas questões:
E os sistemas, em especial os SIRH ( Sistemas de Informação de RH ), como se comportam frente a globalização?
Como gerenciar negócios, onde o principal fator de sucesso são as pessoas que compõe a empresa? E se essas pessoas estiverem espalhadas por todos os continentes?
A resposta é obvia: Os SIRH ganham importância fundamental no processo de globalização, pois tornam-se bancos de informações e base para o conhecimento, a decisão e o gerenciamento efetivo das Pessoas que participam do negócio.
Uma vez que o gerenciamento dos negócios da empresa ocorrem através de processos e sistemas integrados que se comunicam, via Intranets versáteis, possibilitando ágeis tramitações de dados entre os sistemas especializados que estão disponíveis na empresa e através de work-flows onde Gestores e Colaboradores são agentes pró-ativos de criação e mudança e ainda, através da consolidação de banco de dados nacionais em um único e definitivo banco de dados mundial.
Ganha-se pró-atividade, gestão participativa e individualizada, rapidez na tomada de decisão, economia, conhecimento. E é só o começo.
Nesta onda, os principais representantes do mercado mundial de sistemas de informação como ADP, BAAN, SAP, PeopleSoft, ORACLE, IFS entre outros, percebendo a crescente oportunidade que o mercado Brasileiro passou a representar após a sua inserção no mercado global, direcionaram mais atenção e recursos para disputar uma considerável fatia de mercado com as empresas nacionais, que por um lado oferecem produtos mais adequados a realidade brasileira, mas por outro lado tendem a disponibilizar produtos com abrangência e escopo mais limitados.
Confirma-se portanto, que o gerenciamento informatizado e integrado dos Negócios não tem nacionalidade e que as pessoas que compõem as empresas podem estar espalhadas por todos os continentes, assim como podem ter as mais diversas origens.
E o Brasil, um país continente que conta com 26 Estados e 1 Distrito Federal, possui área total de 8.547.403,6 Km2 – extensões de 4.320Km (Norte - Sul) e 4.336 Km (Leste - Oeste), e aproximadamente 160 milhões de habitantes.
O Brasil está inserido dentro do mesmo contexto mundial. Nossas empresas são multinacionais de origem alemã, norte-americana, francesa, inglesa, espanhola, dinamarquesa, brasileira, entre outras. E ainda, contamos com a criação de um mercado comum no Cone Sul – o Mercosul, além de estarmos vivendo uma fase de estabilização econômica sem precedentes nos últimos 20 anos.
Atualmente temos no Brasil várias empresas de visão que já contam com SIRH para fazer a Gestão completa das Pessoas que participam dos seus negócios, estes sistemas integrados ao work-flow da empresa facilitam e ao mesmo tempo transformam a participação e a integração na gestão empresarial de Gestores, Colaboradores e do Departamento de RH viabilizando de fato a distribuição organizada das informações e da decisão sobre pessoas e estrutura organizacional por toda a empresa.
As empresas, bem como os Gestores de RH mais atentos, têm consciência de que é preciso ter soluções integradas de Gestão de Pessoas que se comuniquem com os outros sistemas da empresa. Eles sabem que as urgentes velocidades de decisão, de comunicação, assim como a gestão do conhecimento e de processos, requerem antes de mais nada, informações agrupadas, ordenadas e que gerem reflexões de e sobre dados que todos os dias chegam das mais diversas formas.
Deste modo, fica a certeza de que em alguns anos, as diferenças entre os SIRH no Brasil e nos mais diversos países serão quase que exclusivamente legais.
O quadro situacional tende para a formação de cidadãos e profissionais mundiais, para formação de informações e conhecimento global. Não há espaço para peculiaridades regionais de cunho restritivo.
Não se quer dizer, entretanto, que é o fim de diferenças culturais e das nacionalidades. O que se pretende é salientar a natureza global da economia e dos negócios, a natureza global do gerenciamento, seja ele brasileiro, indiano, norte-americano, francês, inglês, espanhol ou de qualquer outra nacionalidade.
Podemos concluir que os Sistemas de Informação, em especial os SIRH por lidarem com o bem mais precioso da empresa, ou seja o Ser Humano, tem hoje papel preponderante para a consolidação das tendências de um mundo globalizado e que invariavelmente trarão conseqüências decisivas no modo como se realizará o gerenciamento dos negócios empresariais no próximo milênio.
Posted by: Caio Marcelo
quinta-feira, 13 de novembro de 2008
Microsoft!! o que há de novo???!!!
A Microsoft produz hoje, uma grande variedade de programas, incluindo sistemas operacionais (Microsoft Windows nas versões Windows Vista, Server 2003, XP, entre outros) programas de escritório (pacote Office que contém Word, Excel, Outlook, Powerpoint, InfoPath, Project, OneNote, Visio, Access e Publisher ou Frontpage), ambientes de desenvolvimento de programas (Visual Studio, Web Matrix, Microsoft Plataform Builder e Microsoft Target Designer) e servidores como o SGBD SQL Server e o servidor de correio eletrónico Exchange, entre outros. A Microsoft também produz o navegador Internet Explorer e o sistema de comunicação instantânea Windows Live Messenger.
Além de produzir programas, a Microsoft atua no mercado de serviços on line (portal MSN , Hotmail), treinamento e equipamentos (produzindo periféricos como mouse, teclados e joysticks, a consola de jogos eletrónico Xbox e o player de media Zune).
A empresa criou recentemente uma nova tecnologia chamada Microsoft .NET. Tal tecnologia pretende funcionar como o elemento que ligará pessoas e máquinas através da Internet, como competidora tardia do Sun Java. Gerou muita desconfiança entre analistas de todo o mundo, que acusaram-na de tentar ampliar seu monopólio para outros segmentos da internet, como E-mail, compras on-line, conversações etc.
A empresa tem um departamento dedicado ao desenvolvimento de jogos, a Microsoft Games Studios, onde são feitos os jogos da séries Age of Empires, Fable, Dungeon Siege, Halo, Supreme Commander, Microsoft Flight Simulator, entre outros.
Além de produzir programas, a Microsoft atua no mercado de serviços on line (portal MSN , Hotmail), treinamento e equipamentos (produzindo periféricos como mouse, teclados e joysticks, a consola de jogos eletrónico Xbox e o player de media Zune).
A empresa criou recentemente uma nova tecnologia chamada Microsoft .NET. Tal tecnologia pretende funcionar como o elemento que ligará pessoas e máquinas através da Internet, como competidora tardia do Sun Java. Gerou muita desconfiança entre analistas de todo o mundo, que acusaram-na de tentar ampliar seu monopólio para outros segmentos da internet, como E-mail, compras on-line, conversações etc.
A empresa tem um departamento dedicado ao desenvolvimento de jogos, a Microsoft Games Studios, onde são feitos os jogos da séries Age of Empires, Fable, Dungeon Siege, Halo, Supreme Commander, Microsoft Flight Simulator, entre outros.
posted by: Diego Vieira
segunda-feira, 10 de novembro de 2008
Informação, tecnologia da informação e administração: a visão do gerente do século XXI
Por Gustavo Rocha
Antigamente, armazenar as informações de clientes, processos, fornecedores, colaboradores era uma tarefa realizada com um propósito: colocar a informação de maneira que pudesse ser localizada.
Com o avanço da informática, os advogados perceberam a necessidade de estar atualizados eletronicamente com vistas a ter um serviço de melhor qualidade e, sobretudo, de economia com lucratividade.
Estas mudanças vieram com projetos organizacionais de controle de processos, gerenciamento de documentos através do GED – Gestão Eletrônica de Documentos, bem como das informações obtidas pelos clientes, fornecedores e colaboradores de forma organizada e padronizada.
Hoje temos mais do que simples informação, posto que a mesma deva ser cada vez mais qualificada, e principalmente, acessada de forma rápida, eficaz e inteligente.
Adquirir um programa de controle de processos tem um custo relativamente baixo e existem alguns gratuitos disponíveis na internet de qualidade satisfatória. Lançar informações, cadastrando os clientes, fornecedores, processos e andamento destes processos, normalmente não requer muita habilidade. Então, onde está o “x” da questão? Em como esta informação é apresentada ao solicitante.
Se quisermos buscar as informações de forma a elas agregarem valor ao nosso trabalho, precisamos entender o sistema, dominá-lo e principalmente pensarmos no que queremos extrair destas informações.
Um escritório precisa saber informações cruciais para o seu desenvolvimento:
* Clientes lhe deram lucratividade num período de tempo;
* Tipos de ação ou de área do escritório mais rentável;
* Perfil do cliente que garante a manutenção do escritório;
* Como este tipo de cliente chegou até o escritório;
* Como fornecemos informação qualificada a este cliente;
* Principais custos que o escritório possui;
* Relação lucratividade versus gastos e crescimento;
Estas e outras perguntas são essenciais para que o escritório crie o seu próprio know how interno, fazendo assim uma análise e posterior crítica e planejamento de mercado, obtendo maior lucratividade.
Outra solução é a aplicação da GED – Gestão Eletrônica de Documentos.
Quanto espaço seria necessário para arquivo físico de cópias de 5000 processos? Apenas um HD de computador pode armazenar todas as informações e disponibilizá-las eletronicamente, sem gastos com impressão, somente se necessário, reduzindo custos com investimentos simples e objetivos.
Desta feita, com a utilização de computadores portáteis, os advogados podem ir às audiências acessando seus processos através de programas que assim o fazem via internet, tendo em suas mãos - a qualquer momento – toda informação do processo, inclusive os documentos que estariam na pasta física. Isto tudo sem nenhuma destas informações estarem nos computadores dos advogados. Elas estão dentro do escritório, num servidor com todas as proteções e somente são acessadas remotamente pelos mesmos, garantindo assim a total segurança de dados, pois a permissão dada pode se restringir apenas a visualização das informações.
Esta é a realidade de alguns escritórios que estão percebendo que o investimento em tecnologia da informação reduz custos, amplia benefícios e faz com o que o advogado possa buscar seu verdadeiro trabalho: administrar a justiça e lutar pelo direito.
Administrar a informação aliada com a tecnologia, beneficiando todo escritório com projetos de economia e maior lucratividade é a visão do gerente do século XXI.
A tecnologia veio para facilitar, inovar e, sobretudo, trazer gerenciamento das informações de maneira inteligente, e o melhor de tudo: racionalizando tempo, investimentos e trazendo maior rentabilidade.
Gerir corretamente a informação que é recebida, armazená-la e disponibilizá-la de maneira eficaz, eficiente e inteligente é fundamental para o desenvolvimento de qualquer escritório de advocacia.
A solução existe, está amplamente disponível, basta que saibamos como acessá-la. Seu escritório está preparado para gerir a informação no século XXI?
Pense nisto.
Posted by: Caio Marcelo
Antigamente, armazenar as informações de clientes, processos, fornecedores, colaboradores era uma tarefa realizada com um propósito: colocar a informação de maneira que pudesse ser localizada.
Com o avanço da informática, os advogados perceberam a necessidade de estar atualizados eletronicamente com vistas a ter um serviço de melhor qualidade e, sobretudo, de economia com lucratividade.
Estas mudanças vieram com projetos organizacionais de controle de processos, gerenciamento de documentos através do GED – Gestão Eletrônica de Documentos, bem como das informações obtidas pelos clientes, fornecedores e colaboradores de forma organizada e padronizada.
Hoje temos mais do que simples informação, posto que a mesma deva ser cada vez mais qualificada, e principalmente, acessada de forma rápida, eficaz e inteligente.
Adquirir um programa de controle de processos tem um custo relativamente baixo e existem alguns gratuitos disponíveis na internet de qualidade satisfatória. Lançar informações, cadastrando os clientes, fornecedores, processos e andamento destes processos, normalmente não requer muita habilidade. Então, onde está o “x” da questão? Em como esta informação é apresentada ao solicitante.
Se quisermos buscar as informações de forma a elas agregarem valor ao nosso trabalho, precisamos entender o sistema, dominá-lo e principalmente pensarmos no que queremos extrair destas informações.
Um escritório precisa saber informações cruciais para o seu desenvolvimento:
* Clientes lhe deram lucratividade num período de tempo;
* Tipos de ação ou de área do escritório mais rentável;
* Perfil do cliente que garante a manutenção do escritório;
* Como este tipo de cliente chegou até o escritório;
* Como fornecemos informação qualificada a este cliente;
* Principais custos que o escritório possui;
* Relação lucratividade versus gastos e crescimento;
Estas e outras perguntas são essenciais para que o escritório crie o seu próprio know how interno, fazendo assim uma análise e posterior crítica e planejamento de mercado, obtendo maior lucratividade.
Outra solução é a aplicação da GED – Gestão Eletrônica de Documentos.
Quanto espaço seria necessário para arquivo físico de cópias de 5000 processos? Apenas um HD de computador pode armazenar todas as informações e disponibilizá-las eletronicamente, sem gastos com impressão, somente se necessário, reduzindo custos com investimentos simples e objetivos.
Desta feita, com a utilização de computadores portáteis, os advogados podem ir às audiências acessando seus processos através de programas que assim o fazem via internet, tendo em suas mãos - a qualquer momento – toda informação do processo, inclusive os documentos que estariam na pasta física. Isto tudo sem nenhuma destas informações estarem nos computadores dos advogados. Elas estão dentro do escritório, num servidor com todas as proteções e somente são acessadas remotamente pelos mesmos, garantindo assim a total segurança de dados, pois a permissão dada pode se restringir apenas a visualização das informações.
Esta é a realidade de alguns escritórios que estão percebendo que o investimento em tecnologia da informação reduz custos, amplia benefícios e faz com o que o advogado possa buscar seu verdadeiro trabalho: administrar a justiça e lutar pelo direito.
Administrar a informação aliada com a tecnologia, beneficiando todo escritório com projetos de economia e maior lucratividade é a visão do gerente do século XXI.
A tecnologia veio para facilitar, inovar e, sobretudo, trazer gerenciamento das informações de maneira inteligente, e o melhor de tudo: racionalizando tempo, investimentos e trazendo maior rentabilidade.
Gerir corretamente a informação que é recebida, armazená-la e disponibilizá-la de maneira eficaz, eficiente e inteligente é fundamental para o desenvolvimento de qualquer escritório de advocacia.
A solução existe, está amplamente disponível, basta que saibamos como acessá-la. Seu escritório está preparado para gerir a informação no século XXI?
Pense nisto.
Posted by: Caio Marcelo
domingo, 9 de novembro de 2008
G20 termina com pedido de reforma profunda no FMI e no Banco Mundial

Emergentes precisam ter mais voz nessas instituições, diz documento final. Texto reflete a negociação entre países ricos e emergentes na reunião.
No documento de encerramento do encontro, os representantes financeiros pediram maior representação dos países emergentes nesses organismos multilaterais."O FMI, o Banco Mundial e outras instituições financeiras internacionais têm um papel importante a representar, consistente com seus mandatos, de ajudar a estabilizar e fortalecer o sistema financeiro mundial, avançar na cooperação internacional para o desenvolvimento e auxiliar os países afetados pela crise", diz o documento.
Os presentes ressaltaram que as regras e normas definidas em Bretton Woods (tratado que regulamenta o sistema financeiro internacional desde 1944) precisam de uma "reforma profunda", que reflita mais adequadamente os pesos da economia mundial e que seja mais responsivo a futuros desafios.
"Os países emergentes e em desenvolvimento deveriam ter mais voz e representação nesses organismos", diz o documento.
Dentro deste novo contexto, o grupo de países emergentes e em desenvolvimento teria um papel maior a cumprir: "O G20, com sua ampla representação das economias sistemicamente importantes, tem um papel crítico a representar, assegurando a estabilidade econômica e financeira global e, com esse propósito, está comprometido a incrementar sua colaboração", diz o documento divulgado ao final da reunião.
Os presentes ressaltaram que as regras e normas definidas em Bretton Woods (tratado que regulamenta o sistema financeiro internacional desde 1944) precisam de uma "reforma profunda", que reflita mais adequadamente os pesos da economia mundial e que seja mais responsivo a futuros desafios.
"Os países emergentes e em desenvolvimento deveriam ter mais voz e representação nesses organismos", diz o documento.
Dentro deste novo contexto, o grupo de países emergentes e em desenvolvimento teria um papel maior a cumprir: "O G20, com sua ampla representação das economias sistemicamente importantes, tem um papel crítico a representar, assegurando a estabilidade econômica e financeira global e, com esse propósito, está comprometido a incrementar sua colaboração", diz o documento divulgado ao final da reunião.
Supervisão
O comunicado também a reivindicação por mais supervisão das instituições financeiras, em nível nacional e internacional.
"Temos que considerar formas de melhorar a identificação das instituições mais importantes para o sistema e garantir formas de supervisioná-las", ressalta o texto conjunto dos países do G20, ressaltando a possibilidade de criação de regras para informações contábeis.
O texto reconhece ainda que as economias do países desenvolvidos, onde a crise se originou, estão em recessão ou próximas dela. Por isso, é recomendado que os países usem todas a sua capacidade de caixa para estimular a atividade econômica, sempre tendo em vista a importância da manutenção da responsabilidade fiscal para garantir o crescimento sustentável.
O G20 lembrou que os países mais pobres serão justamente os mais afetados pela turbulência que afeta o mundo todo, pois suas economias são mais atingidas pela queda nos preços das commodities. "Nós concordamos que é importante manter a ajuda financeira para esses países, de acordo com os compromissos existentes."
O comunicado também a reivindicação por mais supervisão das instituições financeiras, em nível nacional e internacional.
"Temos que considerar formas de melhorar a identificação das instituições mais importantes para o sistema e garantir formas de supervisioná-las", ressalta o texto conjunto dos países do G20, ressaltando a possibilidade de criação de regras para informações contábeis.
O texto reconhece ainda que as economias do países desenvolvidos, onde a crise se originou, estão em recessão ou próximas dela. Por isso, é recomendado que os países usem todas a sua capacidade de caixa para estimular a atividade econômica, sempre tendo em vista a importância da manutenção da responsabilidade fiscal para garantir o crescimento sustentável.
O G20 lembrou que os países mais pobres serão justamente os mais afetados pela turbulência que afeta o mundo todo, pois suas economias são mais atingidas pela queda nos preços das commodities. "Nós concordamos que é importante manter a ajuda financeira para esses países, de acordo com os compromissos existentes."
Proposta brasileira
A proposta que o governo brasileiro vai levar à reunião de chefes de Estado do G20, no próximo dia 15, em Washington (EUA), inclui a criação de um órgão de alerta de risco nas economias, que funcionaria nos moldes de agências privadas, como a Standard & Poor's e a Fitch.
O documento, também divulgado neste domingo, reforça ainda a reformulação de instituições como o Fundo Monetário Internacional (FMI) e o Banco Mundial. Com maior participação de emergentes, esse "FMI reformulado" poderia ser responsável pela medição do risco das diferentes economias. A proposta formaliza as recentes declarações do presidente Luiz Inácio Lula da Silva e do ministro da Fazenda, Guido Mantega, que discursaram nos últimos dias de reunião.
Segundo o documento, o objetivo é transformar o G20 em um grupo de chefes de Estado e de governo, e não mais de ministros e presidentes de bancos centrais, como acontece atualmente.
Entre as mudanças propostas para o grupo está a realização de pelo menos duas reuniões anuais, antes dos encontros periódicos do FMI e do Banco Mundial, e não apenas uma, em novembro, como ocorre atualmente. “(O G20 deverá) priorizar deliberações com resultados práticos em termos de políticas públicas”, diz o documento.
A proposta que o governo brasileiro vai levar à reunião de chefes de Estado do G20, no próximo dia 15, em Washington (EUA), inclui a criação de um órgão de alerta de risco nas economias, que funcionaria nos moldes de agências privadas, como a Standard & Poor's e a Fitch.
O documento, também divulgado neste domingo, reforça ainda a reformulação de instituições como o Fundo Monetário Internacional (FMI) e o Banco Mundial. Com maior participação de emergentes, esse "FMI reformulado" poderia ser responsável pela medição do risco das diferentes economias. A proposta formaliza as recentes declarações do presidente Luiz Inácio Lula da Silva e do ministro da Fazenda, Guido Mantega, que discursaram nos últimos dias de reunião.
Segundo o documento, o objetivo é transformar o G20 em um grupo de chefes de Estado e de governo, e não mais de ministros e presidentes de bancos centrais, como acontece atualmente.
Entre as mudanças propostas para o grupo está a realização de pelo menos duas reuniões anuais, antes dos encontros periódicos do FMI e do Banco Mundial, e não apenas uma, em novembro, como ocorre atualmente. “(O G20 deverá) priorizar deliberações com resultados práticos em termos de políticas públicas”, diz o documento.
Palavra de Mantega
O ministro da Fazenda, Guido Mantega, afirmou no encerramento da reunião que o grupo poderá coordenar ações contra a atual crise financeira, considerada a pior em 80 anos.
“A maioria dos países concorda que se deva fortalecer o G20 e que ele deve ter um papel maior”, ressaltou.
De acordo com Mantega, houve concordância de que os países devem realizar uma política "anticíclica, fiscal e monetária", adequada às condições de cada país. Foi apontada ainda, disse o ministro, a necessidade de os países avançados ajudarem os emegentes com relação ao fluxo financeiro.
O ministro disse acreditar que cada país saberá "calibrar" a politica de juros de acordo com sua peculiaridade. "Aqui no Brasil as autoridades monetárias saberão regular suas políticas para esse novo cenário", ressaltou.
Segundo Mantega, a crise financeira não pode esperar a reforma do sisitema para dar soluções. "As soluções têm que ser mais imediatas. Vamos ter que trocar a roda do carro com ele em movimento."
O ministro da Fazenda, Guido Mantega, afirmou no encerramento da reunião que o grupo poderá coordenar ações contra a atual crise financeira, considerada a pior em 80 anos.
“A maioria dos países concorda que se deva fortalecer o G20 e que ele deve ter um papel maior”, ressaltou.
De acordo com Mantega, houve concordância de que os países devem realizar uma política "anticíclica, fiscal e monetária", adequada às condições de cada país. Foi apontada ainda, disse o ministro, a necessidade de os países avançados ajudarem os emegentes com relação ao fluxo financeiro.
O ministro disse acreditar que cada país saberá "calibrar" a politica de juros de acordo com sua peculiaridade. "Aqui no Brasil as autoridades monetárias saberão regular suas políticas para esse novo cenário", ressaltou.
Segundo Mantega, a crise financeira não pode esperar a reforma do sisitema para dar soluções. "As soluções têm que ser mais imediatas. Vamos ter que trocar a roda do carro com ele em movimento."
Fonte: Site G1 - 09/11/2008
Post by Angeline Lima
sábado, 8 de novembro de 2008
Ciências, Engenharia da computação ou Sistema de Informação?
Introdução
Ciência da Computação, Engenharia da Computação e Sistemas da Informação. Esses são os cursos de graduação mais comuns nas universidades e faculdades que oferecem cursos de computação. No entanto, não é raro encontrar interessados pela área que não sabem exatamente qual curso fazer, justamente por não conhecer as diferenças entre eles.
A computação está para as ciências exatas assim como a medicina está para as ciências biológicas. Ambas são áreas complexas e que se dividem em diversos outros segmentos. Isso significa que existem vários caminhos a seguir e, por isso, é importante optar por algo que realmente lhe agrade, do contrário, frustração e prejuízo serão apenas algumas das conseqüências de uma escolha errada.
O objetivo deste artigo é mostrar um breve resumo sobre o que cada curso citado acima oferece. Assim, você poderá analisar as opções e escolher aquela com que mais tiver afinidade. Note, no entanto, que para fazer uma escolha certeira, é necessário analisar bem as opções, por isso o faça sem pressa, de preferência em uma época que antecede bastante as datas das provas de vestibular.
É importante frisar que se você pensa em fazer algum desses cursos para se tornar um especialista em Excel ou em montagem de computadores ou pensa que aprenderá a usar tudo o que é programa, saiba que está cometendo um erro extremamente grosseiro. Os cursos superiores de computação preparam seus alunos para trabalhar com os princípios fundamentais da área, de forma que eles se tornem, prioritariamente, aptos a desenvolver e a implementar soluções, e não necessariamente a se especializar no uso delas.
Também tome cuidado para não basear sua escolha apenas nas promessas de boa remuneração no mercado. Se você não tiver verdadeiro interesse pela área, poderá ter dificuldades acentuadas nas etapas de aprendizagem. É necessário gostar para pode fazer as coisas de maneira bem feita.
A seguir, uma breve descrição dos cursos.
Ciência da Computação
Também chamado de "ciências da computação" por algumas instituições de ensino, esse é um curso que aborda de maneira aprofundada os conceitos e teorias da computação, dando uma sólida formação em áreas como estruturas de informação, algoritmos, linguagens de programação, desenvolvimento e análise de sistemas, entre outras. É uma área que trabalha essencialmente com software e que tem um forte embasamento em fundamentos matemáticos e em cálculo. O estudante de Ciência da Computação é preparado para resolver problemas reais, aplicando soluções que envolvam computação, independente de qual seja o ambiente (comercial, industrial ou científico). Quem se forma nesta área, tem uma variedade grande de carreiras profissionais a seguir, uma vez que a computação é aplicada em diversas áreas do conhecimento.
Engenharia da Computação
Esse curso tem muitas semelhanças com o curso de Ciência da Computação, tendo, inclusive, disciplinas em comum. Alguns países chegam a não fazer distinção desse curso com a Ciência da Computação. No entanto, nos países que a fazem, a Engenharia da Computação é diferenciada por se destacar no projeto, desenvolvimento e implementação de equipamentos e dispositivos computacionais. Grossamente falando, é uma área que trabalha mais com hardware, o que a torna, até certo ponto, também semelhante a cursos como engenharia elétrica. Quem se forma neste curso, torná-se apto a projetar e a implementar sistemas de hardware e software em equipamentos, aplicações industriais, redes de comunicação, entre outros.
Sistemas da Informação
Esse curso é focado no planejamento e desenvolvimento de sistemas de informação e automação. Além disso, o estudante de Sistemas da Informação recebe preparo para atuar no desenvolvimento e suporte de softwares. Também são aplicados conhecimentos de administração, negócios e relações humanas. O profissional desta área é mais focado em aplicar recursos de informática na solução de problemas das empresas do que desenvolvê-las.
Finalizando
Esses são os cursos mais comuns da computação. Se você se interessou por um deles, procure por mais detalhes para averiguar se o curso escolhido é o que realmente lhe agrada. Para isso, uma boa dica é conversar com quem já fez (ou está fazendo) o curso de seu interesse e também visitar as universidades ou faculdades que oferecem o curso em questão. Muitas delas oferecem visitas monitoradas e até a possibilidade de conversar com professores e coordenadores de curso.
Independente de sua escolha, prepare-se para estudar bastante. Cursos de graduação, em qualquer área, exigem disciplina e muita dedicação. Na área da computação, as possibilidades de carreira são vastas, porém, o mercado é criterioso e absorve somente quem é bem preparado na área que escolheu.
Escrito por Emerson Alecrim, em 28/08/2004. Atualizado em 13/10/2007.
Posted by: Caio Marcelo
Ciência da Computação, Engenharia da Computação e Sistemas da Informação. Esses são os cursos de graduação mais comuns nas universidades e faculdades que oferecem cursos de computação. No entanto, não é raro encontrar interessados pela área que não sabem exatamente qual curso fazer, justamente por não conhecer as diferenças entre eles.
A computação está para as ciências exatas assim como a medicina está para as ciências biológicas. Ambas são áreas complexas e que se dividem em diversos outros segmentos. Isso significa que existem vários caminhos a seguir e, por isso, é importante optar por algo que realmente lhe agrade, do contrário, frustração e prejuízo serão apenas algumas das conseqüências de uma escolha errada.
O objetivo deste artigo é mostrar um breve resumo sobre o que cada curso citado acima oferece. Assim, você poderá analisar as opções e escolher aquela com que mais tiver afinidade. Note, no entanto, que para fazer uma escolha certeira, é necessário analisar bem as opções, por isso o faça sem pressa, de preferência em uma época que antecede bastante as datas das provas de vestibular.
É importante frisar que se você pensa em fazer algum desses cursos para se tornar um especialista em Excel ou em montagem de computadores ou pensa que aprenderá a usar tudo o que é programa, saiba que está cometendo um erro extremamente grosseiro. Os cursos superiores de computação preparam seus alunos para trabalhar com os princípios fundamentais da área, de forma que eles se tornem, prioritariamente, aptos a desenvolver e a implementar soluções, e não necessariamente a se especializar no uso delas.
Também tome cuidado para não basear sua escolha apenas nas promessas de boa remuneração no mercado. Se você não tiver verdadeiro interesse pela área, poderá ter dificuldades acentuadas nas etapas de aprendizagem. É necessário gostar para pode fazer as coisas de maneira bem feita.
A seguir, uma breve descrição dos cursos.
Ciência da Computação
Também chamado de "ciências da computação" por algumas instituições de ensino, esse é um curso que aborda de maneira aprofundada os conceitos e teorias da computação, dando uma sólida formação em áreas como estruturas de informação, algoritmos, linguagens de programação, desenvolvimento e análise de sistemas, entre outras. É uma área que trabalha essencialmente com software e que tem um forte embasamento em fundamentos matemáticos e em cálculo. O estudante de Ciência da Computação é preparado para resolver problemas reais, aplicando soluções que envolvam computação, independente de qual seja o ambiente (comercial, industrial ou científico). Quem se forma nesta área, tem uma variedade grande de carreiras profissionais a seguir, uma vez que a computação é aplicada em diversas áreas do conhecimento.
Engenharia da Computação
Esse curso tem muitas semelhanças com o curso de Ciência da Computação, tendo, inclusive, disciplinas em comum. Alguns países chegam a não fazer distinção desse curso com a Ciência da Computação. No entanto, nos países que a fazem, a Engenharia da Computação é diferenciada por se destacar no projeto, desenvolvimento e implementação de equipamentos e dispositivos computacionais. Grossamente falando, é uma área que trabalha mais com hardware, o que a torna, até certo ponto, também semelhante a cursos como engenharia elétrica. Quem se forma neste curso, torná-se apto a projetar e a implementar sistemas de hardware e software em equipamentos, aplicações industriais, redes de comunicação, entre outros.
Sistemas da Informação
Esse curso é focado no planejamento e desenvolvimento de sistemas de informação e automação. Além disso, o estudante de Sistemas da Informação recebe preparo para atuar no desenvolvimento e suporte de softwares. Também são aplicados conhecimentos de administração, negócios e relações humanas. O profissional desta área é mais focado em aplicar recursos de informática na solução de problemas das empresas do que desenvolvê-las.
Finalizando
Esses são os cursos mais comuns da computação. Se você se interessou por um deles, procure por mais detalhes para averiguar se o curso escolhido é o que realmente lhe agrada. Para isso, uma boa dica é conversar com quem já fez (ou está fazendo) o curso de seu interesse e também visitar as universidades ou faculdades que oferecem o curso em questão. Muitas delas oferecem visitas monitoradas e até a possibilidade de conversar com professores e coordenadores de curso.
Independente de sua escolha, prepare-se para estudar bastante. Cursos de graduação, em qualquer área, exigem disciplina e muita dedicação. Na área da computação, as possibilidades de carreira são vastas, porém, o mercado é criterioso e absorve somente quem é bem preparado na área que escolheu.
Escrito por Emerson Alecrim, em 28/08/2004. Atualizado em 13/10/2007.
Posted by: Caio Marcelo
quinta-feira, 6 de novembro de 2008
A importância dos Sistemas de Informação
A informação é tudo na administração! Todos confirmam e concordam com essa assertiva. No entanto, é unânime também o conjunto de características necessárias para que esse fundamental "instrumento de trabalho" realmente atenda às necessidades dos gestores: agilidade – disponível no tempo certo e confiabilidade – coesa, correta. E além, precisa ser "certeira", isto é, ágil, confiável e para quem ela realmente será útil. A computação corporativa tem uma linha evolutiva particular, tendo como uma de suas principais metas, possibilitar que a informação tenha esse conjunto de características, criando novos e melhores instrumentos de apoio à tomada de decisão. Uma prova disso é a tecnologia ERP (Enterprise Resource Planning), que otimiza o tráfego de dados dentro da corporação (on-line), minimiza a manipulação e como conseqüência, assegura uma maior confiabilidade para as informações. Apesar de sua recente popularização, o conceito dos sistemas integrados não é novidade, ele sempre existiu, mesmo quando a informatização era um sonho distante, afinal, os Sistemas de Informação não dependem de informática ou tecnologia para serem elaborados; eles dependem de conhecimentos administrativos e operacionais. Houve uma época em que a informática era um privilégio para poucos, os equipamentos eram muito caros, havia pouca disponibilidade de mão-de-obra e sua instalação exigia grandes investimentos em infra-estrutura. Mas os Sistemas de Informação sempre existiram, de uma maneira ou outra, os dados eram processados e transformados em informações, ainda que de uma forma muito mais trabalhosa. A principal vantagem proporcionada pela tecnologia aos Sistemas de Informação é a capacidade de processar um gigantesco número de dados simultaneamente, tornando a disponibilização das informações demandadas, praticamente on-line. Mas de pouco adianta esse potencial se os sistemas (rotinas, processos, métodos) não estiverem muito bem coordenados e analisados. Informatizar sistemas ruins traz novos problemas e nenhuma solução, além de nublar as possíveis causas dessas falhas. Essa situação infelizmente é bastante comum nas empresas, pois existe uma grande confusão sobre análise de sistemas operacionais/corporativos e programação desses sistemas. A atribuição do desenvolvimento dos sistemas da corporação e sua análise, é uma tarefa que cabe aos administradores, cabendo à área técnica, apenas a automatização/informatização dos sistemas apresentados. Os distribuidores de ERP (SAP, Microsiga, RM Sistemas, Datasul, etc) apresentam essa característica de diferenciação de tarefas e atribuições, o que garante o sucesso da implementação do sistema. O computador não pensa, apenas realiza as tarefas que lhe são "ensinadas". O desenvolvimento dos Sistemas de Informação, bem como sua análise, devem ser feitos de maneira independente. Uma vez desenvolvidos os processos, resta apenas transmiti-los à máquina. A eficiência dos sistemas não é medida pela informatização, mas pela qualidade e eficiência dos métodos, assegurando a informação desejada, confiável e no tempo certo. O entendimento dessa diferença (desenvolvimento de Sistema de Informação versus Programação), proporciona a criação de processos/rotinas mais adequados, mais segurança, maior controle, além de possibilitar à empresa, uma análise clara dos benefícios (ou não) que a informatização pode trazer. Os Sistemas de Informação são peça fundamental para as empresas, não apenas na elaboração de relatórios, mas fazem parte de todos os departamentos e atividades da companhia, desde o simples controle até a confecção de planos estratégicos complexos. Tudo que acontece, todos processos, são regidos por um sistema, que pode ou não ser informatizado. Mais uma vez, deve ser considerada a importância do administrador nesse processo, que é nada menos que vital para a corporação. Mais do que um modismo, a tecnologia deve ser compreendida como uma ferramenta, um dos diversos métodos para assegurar qualidade, competitividade, redução de custos e principalmente, satisfazer os desejos e anseios dos clientes, que são a verdadeira razão de ser das empresas.
Leandro Orlandini
posted by: Diego Vieira
domingo, 2 de novembro de 2008
origem do nome GOOGLE
O nome Google foi escolhido devido a expressão googol, que representa o número 1 seguido de 100 zeros, para demonstrar assim a imensidão da Web.
A expressão googol surgiu de um fato um tanto curioso. O matemático Edward Kasner questionou o seu sobrinho de 8 anos sobre a forma como ele descreveria um número grande - um número realmente grande: o maior número que ele imaginasse. O pequeno Milton Sirotta emitiu um som de resposta que Kasner traduziu por "googol". Mais tarde, Kasner definiu um número ainda maior: o googolplex.
Segundo o documentário do Biography Channel sobre os criadores do Google, quando o primeiro investidor da empresa passou um cheque de 100 mil dólares perguntou a que ordem o devia passar. Brin e Page disseram que estavam a pensar dar o nome de "Googol" à empresa, mas o empresário, possivelmente por ignorância, escreveu "Google", obrigando, assim, a que a empresa tivesse este nome.
posted by: diego vieira
A expressão googol surgiu de um fato um tanto curioso. O matemático Edward Kasner questionou o seu sobrinho de 8 anos sobre a forma como ele descreveria um número grande - um número realmente grande: o maior número que ele imaginasse. O pequeno Milton Sirotta emitiu um som de resposta que Kasner traduziu por "googol". Mais tarde, Kasner definiu um número ainda maior: o googolplex.
Segundo o documentário do Biography Channel sobre os criadores do Google, quando o primeiro investidor da empresa passou um cheque de 100 mil dólares perguntou a que ordem o devia passar. Brin e Page disseram que estavam a pensar dar o nome de "Googol" à empresa, mas o empresário, possivelmente por ignorância, escreveu "Google", obrigando, assim, a que a empresa tivesse este nome.
posted by: diego vieira
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